
T&D360 Live - Ep 11
Aprendizagem em comunidade e o case Oxente, RH!
Com Thays Neri

Cognita LL
·
16 de set. de 2025

Quando aprender deixa de ser uma experiência solitária
A educação corporativa costuma falar muito sobre trilhas, plataformas, conteúdos, metodologias, jornadas, competências e indicadores. Tudo isso importa. Mas há uma dimensão que, muitas vezes, fica escondida atrás das soluções formais: a aprendizagem que nasce do encontro entre pessoas.
Aprender nunca foi apenas receber informação. Aprender também é perguntar, ouvir, comparar experiências, reconhecer dores parecidas, descobrir caminhos possíveis, testar ideias, receber conselhos, dividir inseguranças e construir repertório com quem vive desafios semelhantes.
Em outras palavras: aprender é também pertencer.
É por isso que comunidades de aprendizagem têm tanta força. Elas criam aquilo que muitos programas formais de T&D tentam, mas nem sempre conseguem: um espaço vivo, seguro e significativo onde as pessoas não são apenas participantes. Elas são parte.
O case Oxente, RH! mostra isso com rara potência. O que começou como um encontro simples entre profissionais de RH em Recife se transformou em uma comunidade com identidade própria, presença regional, rituais, linguagem, vínculos e um forte senso de pertencimento.
Não nasceu de um plano estratégico sofisticado. Nasceu de uma necessidade humana: a vontade de se conectar, aprender e não caminhar sozinho.
Comunidade não se decreta. Comunidade acontece.
Muitas organizações dizem querer “criar comunidades”. Mas comunidade não nasce porque alguém abriu um grupo, nomeou moderadores e marcou encontros mensais.
Isso pode ser estrutura. Não necessariamente comunidade.
Comunidade nasce quando existe valor percebido, identidade compartilhada, confiança, participação ativa e algum tipo de vínculo que faz as pessoas voltarem. Não por obrigação. Não por medo de perder pontos. Não porque está no PDI. Mas porque aquele espaço faz sentido.
O Oxente, RH! nasceu assim: de forma orgânica. Primeiro, um encontro. Depois, outro. Depois, pessoas perguntando quando seria o próximo. Depois, um nome que se torna identidade. Depois, participantes que passam a se chamar “Oxenteiros” e “Oxenteiras”. Depois, uma rede que se reconhece como comunidade antes mesmo de ser oficialmente chamada assim.
Esse detalhe importa.
Não foi a organização que impôs a identidade. A identidade emergiu da experiência das pessoas.
E talvez essa seja uma das grandes lições do case: comunidades verdadeiras não são fabricadas de cima para baixo. Elas são cultivadas.
A força de uma identidade com raiz
Oxente é uma palavra carregada de território, cultura e afeto. No Nordeste, pode expressar surpresa, alegria, estranhamento, espanto ou reconhecimento, dependendo da entonação e do contexto.
Ao escolher esse nome, a comunidade fez mais do que criar uma marca simpática. Ela assumiu uma posição cultural: valorizar o regionalismo, fortalecer o orgulho nordestino e criar um espaço onde a identidade local não fosse suavizada, escondida ou neutralizada por uma linguagem corporativa genérica.
Isso é mais profundo do que parece.
No mundo corporativo, a linguagem costuma pasteurizar diferenças. Todo mundo fala de transformação, protagonismo, colaboração, inovação, alta performance. As palavras se repetem até perderem corpo. Já uma comunidade com identidade forte cria um campo simbólico próprio: nomes, expressões, rituais, pertencimento, histórias e símbolos que fazem sentido para quem está ali.
Essa identidade aproxima quem se conecta com ela. E também repele quem não se conecta.
Isso é saudável. Toda cultura forte faz escolhas. Ela não precisa agradar a todos. Precisa ser coerente com aquilo que acredita.
Conectar, inspirar e transformar
Com o tempo, o Oxente, RH! estruturou três pilares para orientar suas experiências: conectar, inspirar e transformar.
A ordem é importante.
Primeiro, conectar. Porque antes de aprender em profundidade, as pessoas precisam se reconhecer. Precisam se sentir parte. Precisam perceber que não estão sozinhas em suas dúvidas, dilemas e desafios.
Depois, inspirar. Porque histórias reais ajudam a ampliar repertórios. Uma pessoa vê outra falando de sua trajetória, de seus erros, de seus caminhos e começa a imaginar novas possibilidades para si.
Por fim, transformar. Porque a aprendizagem comunitária não se limita ao acolhimento. Ela precisa mover alguma coisa: uma decisão, uma coragem, uma prática, uma pergunta, uma ação dentro da empresa.
Essa sequência é poderosa porque respeita a natureza humana da aprendizagem. Pouca coisa se transforma de verdade sem vínculo. Pouca coisa se sustenta sem sentido. Pouca coisa se aplica sem pertencimento.
Conectar, inspirar e transformar não são apenas verbos bonitos. São uma arquitetura de experiência.
Voz e vez: o participante como protagonista
Um dos aspectos mais interessantes do case é a decisão de colocar o participante no centro.
Em muitos eventos, o valor percebido está no palco: quem vai palestrar, qual é o tema, qual é a programação, qual nome famoso estará presente. O participante compra acesso ao conteúdo.
No Oxente, RH!, a lógica se inverte. O valor principal está na própria comunidade. O palco é importante, mas não é o centro da experiência. O centro é quem participa.
Essa decisão tem consequências práticas. A programação muitas vezes só é revelada perto do evento. Em alguns casos, poucos dias antes. Para quem organiza eventos, isso parece quase uma heresia. Afinal, o mercado nos ensinou que é preciso vender nomes, temas e cronogramas.
Mas, quando há confiança, a comunidade compra a experiência porque acredita na curadoria e, sobretudo, porque reconhece valor em estar junto.
Esse é um sinal raro de maturidade comunitária: as pessoas não vão apenas para consumir conteúdo. Elas vão para participar de um espaço que também é delas.
A aprendizagem que nasce da troca
Comunidades de aprendizagem funcionam porque ativam um princípio simples: pessoas que vivem problemas parecidos podem aprender muito umas com as outras.
No caso do Oxente, RH!, isso aparece de forma concreta. Alguém precisa conversar sobre avaliação de desempenho. Outra pessoa já viveu esse processo. Alguém busca fornecedor. Outra pessoa indica. Alguém quer montar uma ação de saúde mental. Outra pessoa compartilha contato. Alguém está criando um manifesto de cultura. Outra pessoa já fez e pode orientar.
Esse fluxo é muito mais rápido e confiável do que uma busca genérica na internet. Porque a indicação vem de uma rede com vínculo, reputação e experiência compartilhada.
Aprendizagem em comunidade não é apenas inspiração. É infraestrutura social de solução de problemas.
Ela reduz solidão. Acelera respostas. Multiplica repertórios. Cria pontes. E, talvez mais importante, mostra às pessoas que suas dúvidas não são sinais de incompetência. São convites à conexão.
O RH também precisa de cuidado
Uma das dores mais fortes trazidas pela comunidade é a solidão de quem atua em RH.
Muitos profissionais de recursos humanos trabalham em estruturas pequenas, às vezes sozinhos em suas empresas, carregando temas complexos como cultura, clima, desenvolvimento, recrutamento, remuneração, diversidade, saúde mental, conflitos e mudanças organizacionais.
Ao mesmo tempo, o RH costuma ser visto como área de apoio. É chamado para resolver, cuidar, acolher, organizar, comunicar, contratar, desligar, desenvolver e sustentar conversas difíceis. Mas nem sempre encontra espaço para cuidar de si mesmo.
Essa é uma contradição importante: quem cuida da experiência das pessoas dentro das organizações também precisa de espaços de escuta, aprendizagem e fortalecimento.
O Oxente, RH! responde justamente a essa necessidade. Ele cria um ambiente onde profissionais de RH podem perguntar sem vergonha, compartilhar sem pose, pedir ajuda sem parecer frágeis e se reconhecer como parte de uma rede.
Em uma área que muitas vezes é pressionada a ter respostas, a comunidade oferece um espaço para formular perguntas.
Segurança psicológica fora — e dentro — das empresas
Nas empresas, fala-se muito em segurança psicológica. Mas nem sempre os ambientes corporativos conseguem sustentá-la.
Em uma comunidade como o Oxente, RH!, esse conceito aparece de forma vivida. As pessoas são convidadas a falar, errar, testar, se expor, compartilhar dilemas e aprender com os outros. Quem ainda não se sente pronto para subir no palco pode começar em uma Oxente Class. Quem tem conhecimento específico pode ensinar para outros Oxenteiros. Quem tem uma demanda pode pedir ajuda no grupo. Quem viveu algo pode transformar experiência em contribuição.
Esse ambiente não elimina o medo, mas reduz a solidão do medo.
E isso é decisivo para aprendizagem. Porque ninguém aprende profundamente quando está apenas tentando se proteger.
Aprender em comunidade exige algum nível de vulnerabilidade. Mas a vulnerabilidade só floresce quando há confiança. E confiança não nasce de discurso. Nasce de práticas repetidas de cuidado, respeito e reciprocidade.
A força do presencial em tempos hiperconectados
Vivemos em uma sociedade de hipercomunicação e baixa comunidade. Temos muitos canais, muitas mensagens, muitos grupos, muitas redes sociais — e, ainda assim, muitas pessoas se sentem sozinhas.
Por isso, a presencialidade ganhou novo valor.
O Oxente, RH! nasceu no período de saída da pandemia, quando muitas pessoas estavam sedentas por encontros presenciais. Não apenas por eventos, mas por presença real. Olhar no olho, conversar no intervalo, reconhecer sotaques, rir junto, trocar cartões, ouvir histórias, sentir energia coletiva.
A experiência presencial cria densidade simbólica. Ela transforma uma rede em corpo. Dá rosto ao nome. Dá voz ao texto. Dá calor ao contato.
Isso não significa que o digital não importe. O Oxente também usa grupos, encontros online, Oxente Classes e redes sociais. Mas o presencial parece funcionar como ritual de batismo comunitário: só é Oxenteiro ou Oxenteira quem participa de pelo menos um encontro.
Essa fronteira simbólica ajuda a comunidade a preservar pertencimento.
A tecnologia humana da conversa
Uma das experiências citadas na live foi a dinâmica do “Tríplice Conselho”. Três pessoas se reúnem. Uma traz uma demanda pessoal ou profissional. As outras duas escutam e oferecem conselhos. Depois, os papéis se alternam.
Simples? Sim.
Potente? Muito.
Porque muitas vezes o que falta nas organizações não é uma tecnologia complexa, mas uma tecnologia humana esquecida: a conversa intencional.
Parar para ouvir alguém. Dar atenção real a um problema. Oferecer uma perspectiva. Receber uma orientação. Perceber que outra pessoa também atravessa dilemas parecidos. Criar um pequeno espaço de reflexão compartilhada.
Isso parece básico. Mas é justamente o básico que muitas culturas corporativas perderam.
A obsessão por escala, velocidade e eficiência muitas vezes expulsou do trabalho aquilo que sustenta aprendizagem profunda: tempo de escuta, confiança, troca e presença.
Comunidades reabrem esse espaço.
Autenticidade como método
Há uma palavra que atravessa todo o case: autenticidade.
O Oxente, RH! não parece funcionar porque aplica uma técnica mirabolante de engajamento. Funciona porque é verdadeiro. Porque nasce de uma história. Porque tem raiz. Porque fala com sotaque. Porque assume uma identidade. Porque não tenta parecer uma conferência corporativa genérica. Porque não transforma tudo em performance polida.
Em um mundo saturado de discursos artificiais, autenticidade virou diferencial.
E isso vale também para as empresas.
Muitas organizações tentam construir comunidades internas com excesso de controle, estética impecável, narrativas institucionais e baixa espontaneidade. O resultado é previsível: as pessoas percebem. Sentem que é mais uma iniciativa da empresa, não um espaço delas.
Comunidade não combina com maquiagem excessiva. Precisa de estrutura, claro. Mas também precisa de margem para o inesperado, para a fala real, para o improviso, para a contribuição que nasce do participante.
A autenticidade não elimina o design. Ela dá alma ao design.
Comunidade não é plateia
Um erro comum é confundir comunidade com audiência.
Audiência consome. Comunidade participa.
Audiência assiste. Comunidade se reconhece.
Audiência segue um perfil. Comunidade sustenta vínculos.
Audiência pode ser grande e frágil. Comunidade pode ser menor e muito mais potente.
O Oxente, RH! mostra essa diferença com clareza. Os participantes não estão ali apenas para receber conteúdo. Eles indicam pessoas, sugerem temas, sobem ao palco, conduzem aulas, compartilham fornecedores, organizam trocas, criam novas conexões e fazem a experiência acontecer junto.
Essa corresponsabilidade é um dos maiores sinais de comunidade real.
Quando as pessoas sentem que o espaço também é delas, elas cuidam dele. E quando cuidam, aprendem de outro jeito.
O papel da curadoria
A organicidade não significa ausência de intencionalidade.
Uma comunidade viva precisa de escuta, mas também precisa de curadoria. Precisa acolher o que emerge, mas também organizar caminhos. Precisa permitir participação, mas sem perder seus pilares. Precisa deixar a rede respirar, mas sem abandonar a qualidade da experiência.
No Oxente, RH!, a curadoria aparece em decisões como priorizar Oxenteiros no palco, criar momentos de troca entre participantes, desenhar experiências com base nos pilares, ouvir feedbacks, ajustar formatos, desenvolver novas soluções a partir das demandas da comunidade e manter uma identidade clara.
Essa é uma lição importante para T&D: comunidade não é ausência de desenho. É desenho com espaço para participação real.
A comunidade mais forte não é aquela em que tudo é espontâneo, nem aquela em que tudo é controlado. É aquela em que existe uma arquitetura suficientemente clara para sustentar a liberdade.
Aprendizagem em comunidade como resposta ao mundo atual
O mundo do trabalho está mais complexo, ambíguo e emocionalmente exigente. As pessoas lidam com alta rotatividade, culturas tensas, relações de trabalho fragilizadas, excesso de demandas, tecnologias emergentes, pressão por performance e dúvidas sobre futuro.
Nesse contexto, aprender sozinho é insuficiente.
Precisamos de espaços coletivos para interpretar a realidade. Precisamos de redes de apoio. Precisamos de comunidades que ajudem a transformar experiência individual em inteligência coletiva.
Isso é especialmente importante para áreas como RH e educação corporativa, que muitas vezes são chamadas a conduzir mudanças sem ter, elas mesmas, todos os recursos necessários para sustentá-las.
Comunidade não resolve tudo. Mas ajuda a formular melhores perguntas, encontrar aliados, acelerar repertório e construir coragem.
E coragem também se aprende em grupo.
A lição para as organizações
O case Oxente, RH! deixa uma provocação importante para as empresas: talvez estejamos tentando criar engajamento demais com campanhas e de menos com pertencimento real.
Muitas organizações querem colaboradores participativos, colaborativos, inovadores e protagonistas. Mas oferecem ambientes pouco autênticos, hierarquias rígidas, baixa escuta e espaços em que as pessoas se sentem mais avaliadas do que acolhidas.
Comunidade exige outro tipo de contrato.
Exige identidade clara. Exige propósito vivido. Exige espaço para voz e vez. Exige confiança. Exige que as pessoas possam contribuir, não apenas aderir. Exige que a cultura tenha bordas fortes, mas porosidade suficiente para receber o novo.
Empresas são microcosmos sociais. E, como toda sociedade, precisam de rituais, histórias, símbolos, vínculos e espaços de troca.
Sem isso, viram apenas estruturas de trabalho. Com isso, podem se tornar ambientes de aprendizagem.
O risco da comunidade fake
Há também um alerta.
Nem todo grupo é comunidade. Nem toda rede profissional é espaço de aprendizagem. Nem todo evento recorrente cria pertencimento. Nem todo programa de embaixadores gera vínculo real.
Há muitas “comunidades” que funcionam apenas como espaços de venda, vitrine, palco ou influência. Pessoas participam para aparecer, não para construir. Compartilham para performar, não para aprender. Estão juntas, mas continuam sozinhas.
A diferença está na qualidade do vínculo.
Comunidade real produz apoio. Produz circulação de conhecimento. Produz confiança. Produz identidade. Produz memória compartilhada. Produz cuidado.
Quando esses elementos não existem, o nome “comunidade” é apenas embalagem.
O coletivo como genialidade
Em educação, gostamos de celebrar especialistas. E especialistas são importantes. Mas comunidades nos lembram que há uma genialidade no coletivo.
Uma pessoa sabe de avaliação de desempenho. Outra entende de cultura. Outra conhece fornecedores. Outra já implementou uma plataforma. Outra viveu um processo de mudança. Outra tem coragem para falar em público. Outra ainda não tem coragem, mas tem muito a ensinar.
Quando esses repertórios se encontram, algo se amplia.
A aprendizagem deixa de depender apenas de quem está no palco e passa a circular entre todos. O conhecimento se torna menos vertical e mais distribuído. A experiência de um vira recurso para muitos.
Esse é o ponto: uma comunidade bem cuidada transforma pessoas comuns em fontes umas para as outras.
Voltar às raízes para construir futuro
Há uma ironia bonita no case Oxente, RH!: ele aponta para o futuro da aprendizagem justamente porque recupera algo muito antigo.
Antes de plataformas, trilhas, IA, LMSs e dashboards, as pessoas aprendiam em roda. Aprendiam observando, conversando, perguntando, ouvindo histórias, repetindo práticas, recebendo conselhos, participando de rituais e pertencendo a grupos.
A aprendizagem em comunidade atualiza essa tradição para o mundo contemporâneo.
Não se trata de rejeitar tecnologia. O digital tem papel importante. Mas talvez a tecnologia mais sofisticada continue sendo a capacidade humana de construir confiança em torno de um propósito comum.
É disso que muitas organizações sentem falta.
Aprender junto é uma escolha cultural
Aprendizagem em comunidade não é apenas uma metodologia. É uma escolha cultural.
É escolher que o conhecimento não precisa ficar preso em especialistas.
É escolher que pessoas podem ensinar umas às outras.
É escolher que dúvidas são bem-vindas.
É escolher que identidade importa.
É escolher que pertencimento não é acessório.
É escolher que a experiência de quem participa tem valor.
É escolher que o coletivo pode ser mais inteligente do que qualquer indivíduo isolado.
O Oxente, RH! mostra que, quando essa escolha é feita com autenticidade, algo floresce.
E talvez essa seja a grande lição para a educação corporativa: em um tempo de hiperconexão e solidão, a comunidade pode ser uma das formas mais potentes de reaprender a aprender.
Não como plateia.
Não como modismo.
Não como grupo de WhatsApp cheio de mensagens.
Mas como espaço vivo de identidade, troca, cuidado, coragem e transformação.
Porque, no fim, ninguém aprende sozinho.
A gente aprende com os outros, pelos outros e apesar dos outros.
Mas aprende melhor quando encontra uma comunidade onde pode ser, perguntar, contribuir e crescer.
———
Este artigo foi gerado a partir da conversa entre Gustavo Brito, Daniel Luzzi e Cristian Luft Berte, na live Cognita T&D360 Live - Ep11: Aprendizagem em comunidade e o case Oxente, RH! em 16 de set. de 2025.
Confira o papo na íntegra:
linkedin.com
Cognita T&D360 Live - Ep11: Aprendizagem em comunidade e o case Oxente, RH!

Vamos agendar uma conversa?
Envie seus dados pelo formulário ou entre em contato pelo WhatsApp.
Fale com a gente
Vamos agendar uma conversa?
Envie seus dados pelo formulário ou entre em contato pelo WhatsApp.
Fale com a gente
Vamos agendar uma conversa?
Envie seus dados pelo formulário ou entre em contato pelo WhatsApp.
Fale com a gente
Vamos agendar uma conversa?
Envie seus dados pelo formulário ou entre em contato pelo WhatsApp.
Fale com a gente
@ Cognita Learning Lab 2026
@ Cognita Learning Lab 2026
@ Cognita Learning Lab 2026




